AET - Análise Ergonômica da Tarefa

A Análise Ergonômica do Trabalho, procura-se mostrar as condições e situações atuais dos postos de trabalho com abordagem de avaliação quantitativa e qualitativa de pelo menos uma das atividades realizadas pelo colaborador, através de instrumentos específicos de avaliação ergonômica do trabalho com o intuito de verificar a presença ou não de Riscos Biomecânicos, Cargas Biomecânicas e Sobrecargas Biomecânica capazes de desencadear e/ou agravar lesões osteomusculares; e de atender as novas especificações de mapeamento de potencial de risco ergonômico exigidos pelo E-Social.

As companhias que levam a sério a integridade física e mental de seus trabalhadores observam consequências positivas. Sendo assim, a Análise Ergonômica do Trabalho (AET) chama a atenção como um mecanismo que oportuniza aos empregadores descobrir as falhas internas.

A partir daí as organizações podem ter elevação no rendimento coletivo, aprimoramento na satisfação interna e o fortalecimento do trabalho em grupo. Essa valorização ao funcionário se encaixa em uma postura empresarial equilibrada e alinhada às principais tendências do mercado de trabalho atual.

Isso porque a AET gera uma análise das condições reais das vagas de trabalho e dos processos organizacionais vulneráveis. Dessa maneira, dá para tomar medidas a fim de acabar com essas problemáticas organizacionais e minimizar as condições desfavoráveis aos funcionários.

Com a finalidade de atingir o máximo de conforto, segurança e eficiência para o colaborador e a empresa, a análise ergonômica divide-se em quatro tipos:

Ergonomia de correção

Atua de maneira restrita, modificando os elementos parciais do posto de trabalho, como dimensões, iluminação, ruído, temperatura, etc.

Ergonomia de concepção

Interfere amplamente no posto de trabalho, instrumentos, materiais, máquinas, organização de trabalho e formação de pessoal.

Ergonomia de conscientização

Orientar os colaboradores quanto à adoção de posturas corretas, usos adequados de equipamentos mobiliários, implantação de pausas, sistemas de rodízios e intercalação de atividades, aplicação de ginástica laboral, etc.

Ergonomia participativa

Estimula a participação da empresa e seus colaboradores através de um comitê interno de ergonomia, onde serão discutidas, avaliadas e implantadas ações de melhorias.

AET – ELABORAÇÃO

 

Vale salientar ainda que a NR-17 não estabelece os responsáveis pela criação e assinatura da AET. Devido a isso, esse é um tema que sempre desperta questionamentos entre empregadores e empregados.

De acordo com uma nota técnica do Ministério do Trabalho, essa questão pode ser sanada por um profissional do nicho de ergonomia. É indispensável que esse especialista tenha qualificação acadêmica neste assunto para que a avaliação tenha realmente validade perante a autarquia responsável pela fiscalização.

Isso porque a AET se refere a uma documentação essencial, conforme a NR-17. De modo geral ela é composta por:

Objetivo

Perfil dos colaboradores

Descrição da atividade

Fatores ambientais

Apresentação da empresa

Organização do trabalho

Descrição das tarefas

Arranjo físico (layout)

REALIZAÇÃO DA AET

 

Análise da demanda, empresa e população de trabalhadores;

Definição do cronograma de atendimento;

Coleta de dados nos postos de trabalho;

Elaboração de relatório detalhado com o diagnóstico, classificação dos problemas e recomendações propostas.

 

A AET ajuda a reduzir as faltas dos colaboradores

 

Principais causas de afastamentos do trabalho.
A má postura e o esforço repetitivo são as causas de doenças como dorsalgia e LER/DORT e estão relacionadas a falta de ergonomia.

O procedimento da AET deve auxiliar a descobrir quais as funções, mecanismos e ambientais têm potencial danoso aos funcionários. Assim, o empregador conseguirá identificar os principais motivos de faltas, afastamentos, doenças laborais, desânimo e até solicitações de desligamento.

Com a percepção real das falhas da companhia, dá para investir em atitudes que erradiquem esses elementos.

A partir daí, é esperado que o clima na organização passe a melhorar gradativamente. Bem como as ausências por dificuldades mentais e físicas sejam reduzidas pouco a pouco.

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